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Se você acompanha o mundo dos gadgets, provavelmente já ouviu falar dos óculos inteligentes da Meta, mas talvez não saiba exatamente o que esperar deles; desde os comandos por voz até recursos de acessibilidade pensados para diferentes tipos de usuários.
Lançados em sua segunda geração Ray-Ban Meta sem display e Ray-Ban Meta Display, esses dispositivos evoluíram bastante desde a primeira geração; com foco em acessibilidade e tecnologia vestível.
Embora o Ray-Ban Meta Gen 2 não seja um óculos de realidade aumentada, eles permitem capturar fotos e vídeos rapidamente, ouvir música, atender chamadas e usar comandos de voz para interagir com a Meta AI. Atualmente, o Meta AI já está disponível em diversos países, inclusive em português no Brasil.
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Em relação às especificações técnicas, a segunda geração trouxe melhorias importantes:
Além disso, é importante destacar que a versão do Ray-Ban Meta com display adiciona legendas em tempo real e traduções ao vivo, permitindo acompanhar conversas diretamente na lente, com lançamento gradual dessas funções no Brasil.
O Meta AI incorpora algumas funções de acessibilidade pensadas para pessoas com baixa visão ou deficiência auditiva.
De acordo com a companhia, um de seus principais esforços é desenvolver recursos de acessibilidade que façam diferença na experiência dos usuários e contribuam para um futuro mais inclusivo.
Em grande parte desses avanços de acessibilidade, a integração entre a inteligência artificial Meta AI e os óculos Ray-Ban Meta funciona como o principal recurso para oferecer respostas rápidas e personalizadas aos usuários.
“Estamos comprometidos em investir em recursos e produtos que facilitem a conexão para todos e continuaremos a evoluir para atender às necessidades dos bilhões de pessoas ao redor do mundo que usam nossos produtos”, a Meta descreve em um comunicado oficial.
Entre os principais recursos de acessibilidade estão:
É possível apontar a câmera para locais ou objetos e pedir à Meta AI que forneça informações contextuais, como pontos turísticos, placas e textos, facilitando a navegação e interação com o ambiente.
“Os óculos Ray-Ban Meta oferecem um formato viva-voz e integrações Meta AI — recursos que ajudam todos a navegar na vida diária, mas podem ser especialmente úteis para a comunidade de cegos e pessoas com baixa visão”, a empresa explica.
Os óculos suportam os principais idiomas, como português, inglês, francês, alemão, italiano e espanhol, permitindo tradução de conversas diretamente nos óculos. Esse recurso é ideal para viagens e interações internacionais.
O recurso de transcrição em tempo real exibe legendas automáticas na lente, o que amplia a acessibilidade e permite que pessoas surdas ou com deficiência auditiva acompanhem tudo com mais autonomia.
O assistente pode ler textos e sinais, ajudando na navegação urbana.
Inclusive, na função apelidada de “Look and Tell” (Olhe e diga, em português), ele é capaz de responder perguntas sobre o ambiente por meio da integração com IA. Além de ler placas e sinais, ele pode identificar objetivos e descrever lugares; contudo, está disponível apenas em algumas regiões.
Embora muitos recursos já estejam presentes, algumas funções mais avançadas como legendas em tempo real diretamente na lente ainda não foram totalmente liberadas no Brasil. Além disso, a conexão de internet estável é necessária para o funcionamento correto de certos recursos.
Durante a apresentação ao vivo do Ray-Ban Meta Gen 2, algumas demonstrações falharam, destacando a importância de testes contínuos antes do uso em situações reais. Por exemplo, a Meta AI não foi capaz de ajudar o apresentador com uma tarefa.
Isso reforça que as inteligências artificiais ainda têm limitações e, por isso, não podemos esperar que funcionem perfeitamente em todas as situações.
Outro ponto de destaque dos Ray-Ban Meta é a integração com o Be My Eyes, aplicativo gratuito que conecta pessoas cegas ou com baixa visão a voluntários e empresas por meio de vídeo ao vivo e inteligência artificial.
A parceria foi lançada inicialmente em países como EUA, Canadá, Reino Unido, Irlanda e Austrália, mas já funciona no Brasil através do aplicativo Meta AI, permitindo combinar a descrição automática do ambiente com suporte humano em tempo real.
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Ao emparelhar os óculos com o celular, a Meta AI utiliza as câmeras embutidas para reconhecer objetos, ler textos ou placas, enquanto o Be My Eyes pode acionar um voluntário humano caso o usuário precise de uma ajuda mais detalhada.
A integração com os Ray-Ban Meta leva essa experiência “da palma da mão para a ponte do nariz”, como explicou Mike Buckley, CEO da empresa, em entrevista à Forbes. Com um simples comando de voz, é possível obter informações do ambiente ou chamar um voluntário sem precisar usar as mãos.
Apesar de ambas as versões oferecerem algum nível de acessibilidade, elas apresentam recursos distintos. Confira as principais diferenças:
Alguns recursos de tradução, reconhecimento de objetos e interações com a Meta AI precisam de internet estável para funcionar corretamente.
Os modelos do Ray-Ban Meta Gen 2 já estão disponíveis no Brasil através do site oficial da Meta e revendedores autorizados:
Enquanto a Meta expande suas funções e a integração com o português do Brasil, os óculos já oferecem uma base sólida de tecnologia vestível e acessibilidade, sendo uma opção interessante para quem deseja explorar comandos de voz, tradução em tempo real e reconhecimento de objetos no dia a dia.