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Em meio às tensões geopolíticas entre EUA e Venezuela, a Rússia pode enviar seus mísseis hipersônicos mais avançados ao país sul-americano.
Chamado de Oreshnik, o armamento já foi utilizado durante um ataque na Ucrânia em 2024, e uma investida em massa seria tão catastrófica quanto uma bomba nuclear.
A ideia surgiu do vice-presidente da comissão parlamentar de defesa da Rússia, Alexei Zhuravlyov, sobre a possibilidade de enviar o armamento ao país aliado. O político também alertou que “os americanos podem ter algumas surpresas” e que não vê “Não vejo obstáculos para fornecer a um país amigo novos desenvolvimentos como o míssil Oreshnik ou, digamos, os mísseis Kalibr, que já provaram ser eficazes.”
Embora possa ser somente um blefe da Rússia, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, teria solicitado ajuda militar para o mandatário russo, Vladimir Putin. Maduro teria pedido um reforço nas vias aéreas do país, além da devolução dos aviões Sukhoi Su-30MK2 que já estão em posse da Venezuela e a aquisição de 14 conjuntos de mísseis, como aponta o The Washington Post.
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Também foi reportado que Maduro disse à Putin que os caças Sukhoi eram a peça mais importante diante de alguma ameaça de guerra. O presidente da Venezuela também teria solicitado ajuda para outros países aliados, como China e Irã, para a expansão de suas capacidades militares.
Apontando como o míssil hipersônico mais veloz da Rússia, o Oreshnik foi responsável por um ataque na cidade de Dnipro, na Ucrânia, em 21 de novembro de 2024. Esse é um míssil de médio alcance, com capacidade para viajar entre mil e três mil quilômetros, segundo dados do Centro de Controle de Armas e Não Proliferação.
A fala de Alexei Zhuravlyov ocorre em meio às recentes tensões entre a administração Trump e o governo da Venezuela em ações para acabar com o narcotráfico no país sul-americano. No fim de outubro, o Departamento de Guerra dos EUA enviou o maior porta-aviões do mundo para o mar do Caribe, representando uma ofensiva.
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