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A OpenAI deixou de ser obrigada a armazenar as conversas que os usuários do ChatGPT excluírem, após uma ordem da justiça dos Estados Unidos publicada na quinta-feira (9). A decisão encerra um dos capítulos recentes da batalha jurídica entre a startup e o The New York Times relacionada a direitos autorais e treinamento de IA.
Em junho, a empresa de inteligência artificial passou a ter que guardar todas as conversas do ChatGPT por tempo indeterminado, incluindo as interações removidas pelos utilizadores, ao receber uma nova determinação judicial. Junto com outros demandantes, o jornal alegava que os bate-papos continham evidências de violações de materiais protegidos.
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Conforme a decisão anterior, a OpenAI era obrigada a preservar as conversas com o chatbot para eventuais consultas por parte dos autores da ação. Na ocasião, a empresa contestou a ordem, defendendo suas políticas de uso e a privacidade dos chats, mas acabou perdendo, em um primeiro momento.
A partir desta decisão, as conversas excluídas pelos usuários não ficarão mais retidas nos servidores da desenvolvedora, por padrão, reforçando a privacidade das interações com a tecnologia. Dessa forma, é possível ter mais confiança de que os chats realmente serão deletados.
Mas há exceções, pois as conversas de contas sinalizadas pela ação ainda continuarão sendo armazenadas. Além disso, as interações excluídas durante o período de validade da determinação anterior seguem disponíveis para consultas enquanto o processo não for resolvido.
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