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O governo chinês acusou formalmente os Estados Unidos de roubar uma enorme quantidade de dinheiro em criptomoedas de um pool de mineração do país asiático. O suposto crime foi detalhado em um relatório técnico da agência de cibersegurança nacional.
De acordo com o documento, hackers contratados ou envolvidos diretamente com os EUA teriam sido os responsáveis por roubar 127 mil bitcoins de um grupo de mineradores de criptomoedas.
Atualmente, esse valor gira em torno de US$ 15 bilhões (ou R$ 68 bilhões em conversão direta) e estaria em posse do Departamento de Justiça do país. A briga é mais um entre os vários capítulos da disputa envolvendo os dois países, que recém assinaram a flexibilização de algumas das tarifas comerciais recíprocas.
O governo chinês diz que o incidente, ocorrido há cinco anos — um dos maiores roubos de criptomoedas da China —, foi uma entre várias operações de cibersegurança envolvendo os EUA contra o país asiático disfarçadas de ações de combate ao crime.
A Casa Branca não se pronunciou oficialmente sobre o caso. Em um comunicado já antigo enviado ao The Street, o governo alega que a apreensão das bitcoins de Chen Zhi foi uma ação policial e de aplicação da lei, já que os fundos seriam de procedência criminosa. Porém, ele não confirma como confiscou esse dinheiro e nem se eles são mesmo os ativos digitais da LuBian.
Esse não é o único caso de confisco de criptomoedas originárias de possíveis operações criminosas envolvendo o governo dos EUA. Atualmente, o país tenta também a liberação de quase 70 mil bitcoins (quase R$ 38 bilhões) pertencentes ao site Silk Road, um comércio eletrônico da dark web.
O Banco Central desistiu de lançar o Drex como moeda digital no Brasil. Saiba mais sobre o tema nesta matéria!