Physical Address
304 North Cardinal St.
Dorchester Center, MA 02124
Physical Address
304 North Cardinal St.
Dorchester Center, MA 02124

Produzida por Derek Kolstad, criador de John Wick, em parceria com a Netflix, Splinter Cell: Deathwatch marca o retorno do icônico Sam Fisher após mais de uma década sem um novo jogo da série de espionagem da Ubisoft. A produção expande o universo de Splinter Cell, trazendo uma narrativa inédita e visual moderno, mas fiel às origens do personagem.
Em Deathwatch, Sam Fisher (agora dublado por Liev Schreiber, substituindo Michael Ironside) é apresentado em uma fase mais madura e reclusa, vivendo isolado até ser forçado a voltar à ação. A série combina espionagem tática, ação furtiva e novos personagens, mantendo os elementos que tornaram os jogos famosos. Confira o trailer!
Kolstad, que cresceu lendo os romances de Tom Clancy, revelou ao The Verge que a Ubisoft concedeu liberdade criativa total para o projeto. Segundo ele, a intenção foi dar continuidade direta à linha do tempo dos jogos, criando uma espécie de “capítulo seguinte” após o longo hiato da franquia.
De acordo com Kolstad, Deathwatch se passa após os eventos de Splinter Cell: Blacklist, último jogo lançado em 2013. A ideia é tratar a série como uma extensão natural do universo já estabelecido, respeitando a cronologia e o tom da saga. “Eu queria fazer quase como se a linha do tempo continuasse desde o último jogo”, afirmou o roteirista.
A produção mantém o foco em Fisher como protagonista, mas introduz Zinnia McKenna, uma nova agente da Echelon, dublada por Kirby Howell-Baptiste (The Sandman). A dinâmica entre os dois personagens explora o contraste entre a experiência do veterano e a impulsividade da novata.
)
Embora seja uma animação, Deathwatch também preservaa o realismo e a tensão característicos da franquia — incluindo gadgets, infiltrações e inúmeras táticas de espionagem. A ambientação também remete a locais familiares dos jogos, reforçando a continuidade narrativa.
Kolstad explicou que sua abordagem buscou equilibrar o respeito ao legado com a modernização necessária para atrair novos públicos. “Talvez por não haver um novo jogo há tanto tempo, eles me deixaram seguir em frente”, disse o criador.
Dessa forma, Deathwatch funciona tanto como um ponto de reentrada para antigos fãs quanto como porta de entrada para quem nunca acompanhou os jogos.
A trama do anime acompanha Sam Fisher após sua aposentadoria, vivendo de forma tranquila em uma fazenda isolada. No entanto, sua paz é interrompida quando ele precisa ajudar Zinnia, uma agente ferida e afastada de sua equipe — o que o coloca novamente no centro de uma conspiração global.
Durante a jornada, Fisher e Zinnia enfrentam organizações secretas, esquadrões de assassinos e dilemas morais sobre lealdade e dever. A série ainda explora o lado mais humano do protagonista, mostrando o impacto de anos de missões clandestinas.
)
Segundo Kolstad, a narrativa foi inspirada em histórias como Old Man Logan, mesclando ação intensa com reflexões sobre envelhecimento e legado. “No início, vemos Sam tomando chá e passeando com o cachorro. Em minutos, tudo muda”, explicou o roteirista.
Com isso, Deathwatch mistura elementos de thriller político, espionagem e drama pessoal para entregar uma história densa, mas acessível tanto para fãs quanto para novos espectadores. Vale lembrar que Splinter Cell: Deathwatch chegou ao catálogo da Netflix no dia 14 de outubro — então os oito episódios já se encontram disponíveis para os assinantes do serviço.
E você, já está acompanhando de perto o retorno de Sam Fisher? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!