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Lançada no dia 23 de outubro, a minissérie O Monstro de Florença está conquistando a audiência da Netflix com sua história perturbadora. Dirigida por Stefano Sollima (de Gomorra), a produção em quatro episódios acompanha a população de uma cidade, cuja vida é abalada por diversos assassinatos misteriosos.
O responsável visa principalmente jovens casais, o que faz com que muitas pessoas mudem suas rotinas e até mesmo destruam relacionamentos para tentarem permanecer seguras. E o aspecto mais aterrorizador da trama não é a maneira como os crimes são cometidos — mas sim o fato de eles serem baseados em fatos reais.
O Monstro de Florença é baseado em uma série de assassinatos que aconteceu na região de Florença, Itália, entre os anos de 1968 e 1985. Eles tinham como elemento comum visarem sempre jovens casais, que decidiam passar tempo juntos em locais remotos próximos à cidade.
Em uma entrevista à revista TIME, o diretor de O Assassino de Florença explicou porque a série da Netflix começa mostrando acontecimentos do ano de 1968. Segundo ele, nenhuma das pessoas presas foi responsabilizada sozinha por todos os crimes. Assim, ele decidiu “começar pelo começo” para mostrar que há várias conexões entre todos os atos, o que pode indicar o envolvimento de um serial killer.
Apesar de muitas das cenas de O Monstro de Florença serem baseadas em interpretações fictícias de seus criadores, a história ainda é guiada por fatos. Para criá-la, Sollima e sua equipe se basearam em registros médicos e em investigações que realmente aconteceram.
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O diretor também afirma que seu objetivo não era tentar encontrar quem foi o verdadeiro culpado. Segundo ele, a intenção é mostrar que, enquanto as mortes reais são realmente chocantes, o assassino serial só ganhou fama e virou mito graças à repercussão na mídia e a à histeria coletiva causada pelos episódios.
“Queríamos contar a história do Monstro sem tomar um posicionamento”, explicou o diretor à TIME. “Em vez de nos focarmos na investigação, a mantivemos em segundo plano e decidimos nos focar nos suspeitos individuais que, em cada episódio ou caso, foram considerados culpados pelos investigadores”.
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