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Uma cliente da Amazon que comprou um iPhone na plataforma de comércio eletrônico foi surpreendida ao receber a encomenda em sua casa, encontrando um pedaço de azulejo no lugar do celular quando abriu a caixa, tendo prejuízo de R$ 8,5 mil. O caso aconteceu na última sexta-feira (19), em Divinópolis (MG).
Em entrevista ao g1, a empreendedora digital Paula Rosa afirmou ter adquirido o iPhone 16 Pro Max um dia antes, escolhendo a versão vendida e entregue pela própria Amazon, opção supostamente mais segura. Como já havia feito outras compras na loja online, decidiu priorizá-la, mesmo encontrando o smartphone mais barato em outros lugares.
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De acordo com a consumidora, a desconfiança começou assim que o pacote foi entregue e ela o tirou da embalagem externa. A caixa do iPhone estava sem o plástico de proteção, geralmente utilizado para indicar que a encomenda não foi violada.
Na mensagem, a empresa confirma que o iPhone 16 Pro Max de 256 GB adquirido pela cliente “estava na caixa entregue à transportadora quando saiu do nosso centro de distribuição”. Na sequência do texto, a varejista diz que não vai “reembolsar ou substituir esse item”.
Ainda na resposta, a big tech lamenta que a cliente tenha entrado em contato com o Procon e informa que não fará mais comentários sobre o caso, passando a responder diretamente ao advogado de Paula.
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Além da troca do celular pelo azulejo e da negativa de reembolso, a cliente alega que o iPhone adquirido já estava ativo antes mesmo da compra ser realizada. Ela descobriu ao verificar, no site da Apple, o número de série do aparelho na caixa recebida.
O resultado da consulta mostrou que a ativação do iPhone aconteceu no dia 1º de setembro, mais de duas semanas antes da sua compra. Esse serviço disponibilizado pela fabricante mostra quando o smartphone foi ligado e configurado pela primeira vez, permitindo confirmar se o produto é novo.
A consumidora também fez um boletim de ocorrência e registrou queixas no Reclame Aqui e na plataforma Consumidor.gov.br.
Outro lado
O TecMundo entrou em contato com a Amazon para verificar se a empresa possui algum posicionamento sobre o assunto. Até o fechamento do texto, a companhia não havia retornado com um comunicado sobre a história.
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